Coelhos realmente usam "linguagem?"

Falar de acordo com a ciência, eles não falam. Uma das características primárias da linguagem é a sintaxe. Sintaxe significa que as palavras são unidas em frases, usando regras de ordenamento que afetam o seu significado. Esta é uma parte da gramática.

O têrmo científico empregado para a forma de comunicação dos coelhos é "sinalização".

Os sinais não são necessariamente apresentados em um ordem específica. Eles podem alterar o seu significado sob diferentes contextos, o que é certamente importante na comunicação dos coelhos.

De forma não-científica, a linguaguem pode ser qualquer sistema de signos, sinais e expressões usadas para se comunicar. Usando esta definição, qualquer um concordaria que os coelhos tem uma linguagem muito sofisticada para uma espécie não-humana, o "COELHÊS".

Concluindo: Os coelhos falam o coelhês!!!

terça-feira, 30 de junho de 2009

Oa super Bunnies


Video no Youtube que mostra o treinamento de 3 coelhinhos e o mais emocionantes é a história de cada um.

domingo, 20 de janeiro de 2008

Agradecimentos (thanks)

Inicialmente, querecemos de parabenizar e agradecer, Eric Mercer e Diane, que elaboraram este material maravilhoso sobre a comunicação de nossos doces coelhos, o site"Language of Lagomorphs - What Your Rabbit is Saying and How to Speak Back" . Ele é extremamente útil e a sua prática ajuda a entender melhor os nossos amigos.




Eles são os pais de Betsy e Marvin, coelhos adotados, que contribuíram de forma decisiva para este trabalho.

A Fabrício Rozado, pela tradução do site, que levou horas e horas, dias e dias, se dedicando ao trabalho, pensando somente na melhoria do cotidiano dos coelhos.

- Fabrício, o amigo GUDUCHO, é um toelho feliz por ter você como papi.

Mais uma vez Obrigado, Thanks, Gracias, Danke schoen, Merci, e o nosso amigo Guducho mostra como dizemos obrigado, em coelhês:

Betsy Vanderbun

Era uma vez, Diane estava choramingando sobre querer um animal de estimação. Suas alergias fizeram com que gatos e cães ficassem fora de questão. Peixinhos dourados não podiam ser abraçados. Então o namorado de Diane, Eric, de longo tempo e longa distância, sugeriu um coelho. Diane ponderou sobre esta idéia, então foi até a Sociedade Humanitária de Toronto para ver se eles tinham algum coelhinho. Ela queria um bonito coelhinho anão, muito afeiçoado e bem comportado.

Havia coelhos no abrigo, realmente, muitos deles eram anões. Mas os olhos de Diane ficavam voltando para um coelho Holandês preto e branco, escondendo-se no fundo de sua gaiola. Diane saiu para pensar. O coelho Holandês era lindo, mas muito grande, e tão incivilizado - tinha sido um coelho de rua urbano (de verdade!), e morou no abrigo por mais de oito meses. Eles achavam que ela tinha sido maltratada. Ela não era o coelho certo.

Diane não conseguia tirar o coelho preto e branco de sua cabeça. Ela voltou mais duas vezes, e na última vez ela trouxe o Holandês para casa. O voluntário do abrigo fez Diane prometer não mudar o nome do coelho, que era Betsy. Ela disse que Betsy poderia ser um amigo maravilhoso algum dia. Foi um longo tempo, antes que Diane acreditasse nela ...

Primeiramente, Betsy não saía da gaiola, apesar de a porta ser deixada aberta. Mas depois de uns dias ela saiu. Ela foi aumentando a distância que percorria, umas poucas polegadas de cada vez, então alguns pés (1 pé = 12 polegadas) de cada vez. Diane gastou muitas horas sentada no chão próxima da gaiola, lendo livros para Betsy. Betsy algumas vezes mordiscou nas páginas, mas nunca deixou Diane tocá-la. Diane até cochilou no chão algumas vezes de forma que Betsy poderia se acostumar com ela. Mas Betsy ainda era um monstrinho, impossível de aproximação e tímido, e mortalmente temeroso das mãos humanas (talvez por ter apanhado?). Todavia, ela aceitou bem o treinamento para o uso do "litter box" (banheirinho) e passando os meses, ela explorou o apartamento inteiro. Diane estava muito orgulhosa. Betsy amou devorar livros, então Diane colocou um conjunto de livros na parte de baixo da estante somente para ela. Mas Betsy ainda era um coelhinho difícil e intratável

Não me odeie porque eu sou linda.

Logo Diane mudou-se para um novo apartamento. Este era acarpetado. Apesar de Betsy não gostar da mudança por si mesma (ela urinou Diane inteirinha) ela amou o novo lugar. Ela poderia correr! Ela estava feliz, e começou a pegar uvas-passa da mão de Diane. Ela até saiu debaixo do sofá quando havia visitas lá - por uns poucos momentos, de qualquer forma. Mas ela ainda não queria ser tocada.

Em torno de um ano e três meses depois que Betsy e Diane mudaram-se, Eric veio fazer da casa um lar de três pessoas. Betsy não estava satisfeita. Quem era aquele terceiro coelhinho? Era o último coelhinho da lista, isso era quem ele era. Betsy tornou isto bem claro. Eric seria maltratado e atacado, não seria obedecido. Então Eric decidiu que ele poderia agir como um amigo do coelhinho. Ele observou seu comportamento, e tentou ser o melhor coelho que ele poderia ser. Ele jogou os jogos dos coelhos e comunicou-se como um coelho. (Já viu um Ph.D. tentar mecher as orelhas?) Logo os dois estavam afinados. Logo depois Betsy tornou claro que Eric era seu interesse amoroso. E, maravilha das maravilhas, Betsy começou a pedir para ser acariciada, apesar de ser com os pés de Eric. Logo Diane pôde fazer carinhos com os pés também.

No outono, Eric e Diane casaram-se. (Betsy declinou comparecer, citando agorafobia) Por volta de novembro, Eric tinha começado a induzir Betsy a ser acariciada com as mãos. (Ele tinha colocado seu pé sobre seus olhos, então continuava indo com as mãos até que ela notasse). Pelo Natal, Betsy já podia vir direto até Eric, e Diane, para ser acariciada com as mãos. Ela e Diane agora se cumprimentam com o nariz regularmente. Betsy tinha se tornado um coelhinho que gosta de aconchego! O pessoal do abrigo não a reconheceria hoje.

E então Marvin veio ... mas isto já é uma outra história.

Socorro! Eu estou doente!

Betsy ajudou-nos a aprender uma outra grande vantagem de saber falar Coelhês: a habilidade de rapidamente reconhecer quando alguma coisa está errada.

Um dia Betsy não estava sendo a chatinha que ela usualmente é. Ela se escondeu em um canto escuro ao invés de estar onde pudesse manter um olho em nós, como ela usualmente prefere. Quando ficou visível, nós vimos que ela parecia alguma coisa diferente. Suas orelhas estavam estranhamente arranjadas, com uma ativamente comunicando e a outra aparentemente não fazendo muita coisa. Um exame mais próximo mostrou que sua mexida de nariz estava lenta e ela não estava movendo os bigodes do lado de sua face onde sua orelha estava quieta. Nós decidimos que ela poderia ter algum tipo de paralisia facial e marcamos uma consulta com seu veterinário para o dia seguinte.

O veterinário concordou que Betsy estava tendo algum tipo de problema. Para o caso de ter uma origem bacteriológica, ele deu-lhe um injeção de antibiótico e prescreveu um antibiótico oral (desde que isso não machuca, e coelhos podem sucumbir bem rapidamente à infecção por bactérias). Dentro de uns poucos dias, contudo, o problema revelou-se. Betsy mantinha sua cabeça de uma forma curvada, inclinada, e estava com uma forte inclinação para o lado paralisado quando estava deitada. Betsy tinha um caso claro de head-tilt (também conhecido como Torcicolo, ou pescoço retorcido), que é quase sempre associado à uma infecção interna por bactérias. Esta doença é muitas vezes fatal, porque pode avançar muito rapidamente e a bactéria usualmente responsável (Pasteurella) responde somente de forma moderada aos antibióticos. Até se for reconhecida rápido o suficiente para salvar o coelho, um tratamento de 6 meses é típico, com duas doses orais dadas à mão todo dia.

Nosso veterinário tinha nos dado a medicação certa para esta condição, e recomendou que nós continuássemos com ela. Apesar de a paralisia facial ser um sintoma acompanhante não-usual para o head-tilt, o tempo foi uma coincidência muito grande para desprezar, e a infecção bacteriana foi provavelmente a causa daquilo, também.

Durante a semana seguinte, Betsy piorou, não melhorou. Ela repousava de lado, não saía de sua gaiola, e evitou mover-se tanto quanto possível. Quando levantou para receber seus medicamentos, girava incontrolavelmente, ela estava claramente sofrendo de uma séria tontura. Nós a levamos ao veterinário novamente, e ele mudou para um novo antibiótico oral, novamente para ser dado duas vezes ao dia.

Durante as semanas que seguiram, ela continuou seu regime de duas doses diárias de antibióticos orais e a injeção semanal. Lentamente, Betsy começou a melhorar. Sua vertigem melhorou, e ela começou a ter o controle motor e dos sentidos de volta no lado prejudicado de sua face. Pelo terceiro mês depois do aparecimento dos primeiros sintomas, ela estava quase de volta ao normal. Hoje Betsy é virtualmente um novo coelho. Aparte uma muito leve inclinação da cabeça, ela está tão brincalhona a cada mordidinha, chatinha como sempre foi. De fato, ela está até mais explicitamente afetuosa do que ela era, deixa ser agarrada duas vezes ao dia talvez (que ela odiou, apesar de que nós até misturamos os medicamentos com banana amassada) não tenha sido uma coisa terrível de todo. Seu tratamento tomou metade do tempo comumente requerido, e nós o atribuímos em parte ao nosso rápido reconhecimento do problema, e à rápida reação do nosso veterinário lhe dando os antibióticos quando a infecção ainda estava em seu estágio inicial.

A lição importante: conheça e ouça seu coelho!

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Marvin Underfoot


Marvin Underfoot juntou-se ao lar vindo da Sociedade Humanitária de Toronto. Disseram que ele foi encontrado em uma unidade habitacional pública abandonada, e quando Diane e Eric, encontraram-no pela 1ª vez, ele era uma figura um tanto sem atrativos - pêlo cortado da cintura para baixo para se livrar do que deve ter sido um horrível pêlo embolado. Sua pobre perna torcida aparecia estranhamente de um lado. Os voluntários do abrigo o chamaram de "Marvin, o Magnífico", mas isso era claramente compreendido como uma brincadeira.
Diane e Eric já viviam com uma coelha, e pensaram que ela poderia necessitar de um amigo. Diane examinou todos os coelhos no abrigo, mas Eric foi direto para Marvin e ficou lá.

Marvin parecia um tipo à vontade, e havia alguma coisa de atraente nele, a despeito de sua bem simplória aparência. A voluntária da Sociedade Humanitária ia enviar Marvin para morar em uma fazenda - claramente ela pensou que ele era inadotável. Ela deveria ter lembrado de Diane quando ela pegou Betsy ...
Então, este cara com pêlo todo embolado e de aparência lamentável veio para casa. Marvin sentou pacientemente enquanto Diane o limpava e livrava-o do pêlo embolado, que o aparamento não tinha pegado. Todo o pêlo de sua testa e um tanto no resto de seu corpo, foi cortado de uma vez. Ele parecia ridículo, mas Diane e Eric tentavam não rir. Ele se acomodou imediatamente e parecia satisfeito de estar finalmente em casa.
Agora, cresceu uma pelagem bonita e viçosa, tão generosa de parar o coração. Você dificilmente pode ver a sua perna torcida, agora, que seu pêlo longo e sedoso cresceu, apesar dele correr de um modo calmo e engraçado. (Tornou-se claro como o ferimento deve ter ocorrido, pelo jeito: ele ama achegar-se em torno e embaixo dos pés das pessoas. Seu nome é agora Marvin Underfoot, e é uma maravilha que ele não tenha tido ambas as pernas pisoteadas!)

Marvin Underfoot e Betsy Vanderbun não se apaixonaram à primeira vista: Betsy não aceitou amavelmente a invasão de seu território, para dizer o mínimo. Para poupar vocês dos detalhes, vamos somente dizer que eles vivem separadamente e são "os melhores inimigos". (Quando Betsy ficou doente e sob cuidados do veterinário, Marvin lamentou-se miseravelmente até que ela veio para casa.)

Marvin é um comilão, e come somente coisas verdes, exceto abacate, que o faz bater o pé no chão. (Santo guacamole, Batman!)
Diane e Eric têm de ser muito cuidadosos, trancando os pellets ou ele vai cavoucar para dentro da caixa e tentar comer até explodir. Diane uma vez o surpreendeu com a cabeça dentro da bolsa dela, traseiro movendo-se com satisfação. Ela puxou a bolsa e encontrou o que ele estava comendo: uma caixa de goma de mascar sem açúcar (hortelã) - papel da embalagem e tudo. Não houveram efeitos ruins, afortunadamente. Agora ela mantém o zíper da bolsa fechado, e por enquanto, ele não conseguiu abrí-lo - mas com o tempo, ele provavelmente vai imaginar alguma coisa.

Marvin é o rei da "queda" dramática, e tem orelhas incrivelmente expressivas. Ele é verdadeiramente Magnífico.


quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Bibliografia

Nesta parte listamos mais locais e documentos para serem lidos sobre o comportamento, o treinamento, e outras temas sobre colehos,e conclusões de outras pessoas sobresignificado dos vários sinais. Desde que eu comecei este guia, em 1999, fiquei feliz em ver algumas outra páginas na Internet sobre a comunicação dos coelhos. Isto é maravilhoso! É surpreendente ver quantas pessoas, mesmo aquelas que convivem com coelhos, ficam chocadas quando aprendem a se comunicar realmente. O contraste entre esta realidade e o concepção popular errada de que "os coelhos apenas sentam lá no canto" não podia ser maior.


Outros Sítios na Internet sobre Coelhos
Eu adicionarei SOMENTE os links de artigos educacionais e os sítios que tratam especificamente e extensivamente de tópicos sobre o comportamento e o treinamento de coelhos. Outros sítios sobre coelho (páginas pessoais inclusive), você pode procurar em outra parte. Por favor, não peçam que eu adicione um link para sua Home page, se ela não tratar dos tópicos mencionados.
  • LSH: Rabbit behavior
  • Your First House Rabbit
  • Rabbit Language, or "Are you going to eat that?"


  • Livros
    Estes livros são bons, particularmente para "insights" sobre o comportamento e para compreender alguns sinais específicos usados para comunicação, e também para ouvir as opiniões de outras pessoas.
  • House Rabbit Handbook, de Marinell Harriman (Drollery Press, 1995). Este livro é leitura obrigatória para todos os companheiros do coelho. Tem a informações críticas sobre como cuidar de seu coelho, que você não encontrará fácilmente em outro lugar.
  • Hop to It: A Guide to Training Your Pet Rabbit, de Samantha Hunter e Samantha Fraser (Barrons Educational Series, 1991). Este é um grande conjunto de informações e dicas sobre treinamento.
  • Why Does My Rabbit...?, de Anne McBride (Souvenir Press, 1999). Este livro é bom para explicar que o comportamento do coelho doméstico deriva do coelho selvagem. Ele não duplica as informações da Linguagem dos lagomorfos mas existem pequenas sobreposições.
  • Creating a Peaceable Kingdom: How to Live With More Than One Pet, de Cynthia D. Miller e Susan Gross (Animalia Publishing, 1997). Eu não li este livro, mas o sumário é muito bom.
  • The Private Life of the Rabbit: An Account of the History and Social Behaviour of the Wild Rabbit, de Robert Mathias Lockley (Readers Union, 1976). Esta é uma monografia científica sobre o comportamento dos coelhos selvagens, mas é de fácil leitura para pessoas leigas. Ele não pode mais ser encontrado impresso, mas pode ser encontrado em livros usados.
  • segunda-feira, 15 de outubro de 2007

    Isto é tudo que existe??

    O guia "Linguagem dos Lagomorfos" descreve cada um dos sinais que os coelhos usam para se comunicar?
    Não! Nesta página compartilharei minhas anotações sobre comportamentos que eu não entendo e as observações que outros fizeram, que em alguns casos eu nunca vi, ou não sei como integrá-las com o que eu acredito.
    Se você quiser contribuir com as suas próprias observações, sinta-se a vontade em escrever no livro de visitas que foi criado pela "Comunidade Doces Coelhos do Orkut", para que outras pessoas possam contribuir neste processo. Estamos interessados em receber interpretações alternativas e possíveis correções.

    De forma a manter este guia de um tamanho razoável, omiti de propósito comportamentos que são que são exibidos inteiramente ou quase por coelhos não castrados. Esses coelhos são tipicamente mais focados em territorialidade e hierarquia, bem como nos assuntos de sexo.
    Erik Abranson escreveu alguns e-mails descrevendo poucos sinais usados por machos e fêmeas não castrados (eles são usados de forma diferente!) e tenho de admitir que eu estou omitindo uma grande de área de comunicação.
    Um sinal muito comum dos machos não castrados, por exemplo, é arranhar o chão como um touro, como uma forma de indicar agressão. Embora algumas pessoas gostem da agressividade e intensidade dos coelhos não castrados, este não é um atributo que ajuda em uma feliz convivência doméstica. Também, muitas fêmeas podem morrer por causa do câncer nos ovários, quando não são castradas.

    RECOMENDO que todos coelhos, que são animais de companhia, sejam CASTRADOS.

    Outra área de comportamento que omiti, são as ações que não são sinais, embora eles possam comunicar o estado mental do coelho. O comportamento do coelho é muito maior do que este conjunto de comportamentos usados como sinais, com o objetivo de se comunicar. Por exemplo, se você quer segurar um coelho que não quer ser pego, ele pode saltar ou até morder.

    Estes não são sinais, pois o seu objetivo não é se comunicar mas facilitar a fuga. Para aprender mais sobre estes aspectos do comportamento do coelho, você pode visitar outras páginas da internet que discutem o comportamento dos coelhos ou ler alguns livros que tem grandes tópicos sobre este assunto. Listei alguns livros favoritos na bibiliografia deste guia.

    Concluindo, não tenho experiência pessoal, com coelhos LOP. Muitas pessoas escreveram para fazer perguntas específicas sobre LOP. Infelizmente, tudo o que escrevi sobre os lop é muito pouco, e deixei isto para outras pessoas.Eu lerei cuidadosamente o que outros tem a dizer sobre os lops, e se o comportamento for consistente com os do guia, eles serão incluídos.

    Coisas que eu vi mas não entendo.

    Tremer o maxilar
    Nossa coelha,Betsy, mostra às vezes tiritar muito sutil de seu maxilar inferior sem fazer nenhum som (isto é, sem moer com os dentes). Sempre que o faz, ela encontra-se aparentemente satisfeita, com orelhas acima e olhando de frente. Ele faz isto, em ambos lugares, em suas gaiola e na parte externa. Eu não sei, se este é realmente, um sinal de comunicação.

    Coisas que outras pessoas observaram.

    Respirar bem alto
    Diversas pesssoas relataram respiros ruidosos, executados como uma grande inalação pelo nariz, como um sinal da raiva ou de aviso. Observei-o geralmente sem outras indícios da raiva, embora, eu suspeite que esse sinal é de um coelho limpando seu nariz. Estou estudando ainda este comportamento para compreendê-lo melhor, mas não estou certo, se é um sinal real e significativo.

    Aplainar
    Esta é uma observação de Audry Pavia em seu artigo "Ações falam mais alto do que Palavras." Aplainar é descrito como o coelho que abaixa-se à terra com as orelhas pressionadas firmemente de encontro à cabeça e com os olhos esbugalhados, e é uma resposta ao medo. No guia eu descrevo uma resposta ao medo onde os "coelhos abaixam as suas cabeças e orelhas, espalhando suas orelhas ou inclinando ambas as orelhas pra um lado melhor.". Eu percebo este sinal mais como o "abaixando" do que como aplainar, mas eu suspeito que esses comportamentos são mais ou menos idênticos. Diane chama este comportamento como "Não me coma!".
    Eu o mencionei pois acho que os dois sinais, são diferentes.

    Sacudir a cauda
    Susan R. postou no livro de vistas "o sacudir lateral da cauda." Ela escreveu o seguinte:
    - Tenho visto diversos dos meus coelhos fazerem este movimento (mover de um lado ao outro a cauda relaxada) como se afastassem um outro coelho. Acontece geralmente, depois que o coelho #1 (abana cauda) cheira a cauda do coelho #2. Às vezes, um "binkie" ligeiro do coelho #1 está envolvido. Um sinal soimilar ao do coelho sacudindo a cauda, parece ser a um "flick" de pé; ou pode ser um sinal de aviso suave.

    Vi o sinal algumas vezes, nos nossos coelhos (dirigidos a mim!) e não estou certo de ter entendido direito o significado. É mais suave do que o "flick" de pé, mas parece definitivamente ter um significado parecido. Espanta-me apenas como alguém pode totalmente não notar alguns destes sinais, embora para você saber, deva prestar atenção, e depois eles tornam-se óbvios.

    Algumas pessoas no grupo "alt.pets.rabbits", relataram que a mexida da cauda é um sinal de felicidade. Ao ler a descrição de Susan, para as circumstâncias acima certamente pode levar para esta interpretação também, mas eu admito que não me pareceu assim, no casal que eu andei observando. Eu acho que o sinal humano mais similar, é mostrar a língua e um leve gesto de "muque".

    Estes sinais necessitam de maiores estudos

    Coisas que outras pessoas viram e eu não(eu acho que não)

    Squatting
    Este é contudo uma outra observação de Audry Pavia em "Ações fala mais alto do que palavras." Ela descreve "squatting", como o coelhos estar deitado para baixo com as orelhas dobradas levemente, de encontro à cabeça, expressando contentamento. O mais próximo que eu vi, é quando um coelho está dormindo, quando dobra suas orelhas para trás. Se não, eu vi os coelhos somente com suas orelhas para cima, ou os coelhos irritados, ou insultados com suas orelhas dobradas de encontro a sua cabeça. Os coelhos podem ter personalidades muito diferentes, e talvez outras observações ajudem a esclarecer melhor os sinais.

    Original: Language of Lagomorphs

    Tradução: Comunidade Doces Coelhos.

    No interesse das relações Interespecies e Intraespecies

    Agora que você fala fluentemente "coelhês", você pode ter longas conversações intelectuais sobre o significado das cenouras e as diferenças filosóficas entre a alfafa e a grama.
    Bem, talvez não. Mas você irá gostar mais de estar com os seus coelhos, e eles certamente estarão mais felizes com você. Você algumas vezes pode surpreender-se tentando fazer "binky". Mas tome cuidado em não tentar falar coelhês com os humanos, que não falam esta língua. Eles dificilmente irão entender, algumas vão sair correndo, e alguns podem chamar a polícia. Colocar grandes orelhas de coelho provavelmente não irá ajudar.

    O que você quer saber sobre os coelhos mostrados neste guia??
    Você pode ler as biografias, nós escrevemos sobre a Betsy e o Marvin.

    Betsy nervously attentive
    Você quer conhecer a minha história??


    Eu acrescentei uma página sobre sinais, o comportamento que eu penso que podem ser sinais, mas não tenho certeza e, sobre comunicações que outras pessoas observaram e ainda estão estudando. Se você estiver interessado nas adições futuras neste guia, leia a página "Comportamentos Misteriosos dos Coelhos (Isto é tudo que existe?)".

    Original: Language of Lagomorphs
    Tradução: Comunidade Doces Coelhos.

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